domingo, 9 de setembro de 2018

DEPOIMENTOS DE CIENTISTAS SOBRE A EXISTÊNCIA DE DEUS

• Cícero, disse: Não há povo tão primitivo, tão bárbaro, que não admita a existência de deuses, ainda que se engane sobre a sua natureza. • Plutarco: Podereis encontrar uma cidade sem muralhas, sem edifícios, sem ginásios, sem leis, sem uso de moedas como dinheiro ou sem cultura das letras. Mas um povo sem Deus, sem oração, sem juramentos, sem ritos religiosos, sem sacrifícios, tal nunca se viu. • Jung: Entre todos os meus pacientes de mais de trinta e cinco anos não há nenhum cujo problema não seja o da religação religiosa. A raiz da enfermidade de todos está em terem perdido o que a religião deu a seus crentes, em todos os tempos; e ninguém está realmente curado enquanto não tiver atingido, de novo, o seu enfoque religioso. • Pavlov - Quando foi perguntado: Crê o Senhor que a fé no desenvolvimento do mundo é conciliável com a fé num Criador? Ele respondeu que não; mas teve a fineza de acrescentar: Não considero minha falta de fé como uma vantagem, mas como uma desvantagem para mim pessoalmente, em comparação com os que têm fé. • Voltaire (1694-1778) – É considerado um racionalista e afirmou: O mundo me perturba e não posso imaginar que este relógio funcione e não tenha tido relojoeiro. • Max Planck (1858-1947) - recebeu o prêmio Nobel de física em 1918, pela descoberta do quantum de energia. Assim ele afirmou: O impulso de nosso conhecimento exige que se relacione a ordem do universo com Deus. • Antoine Henri Becquerel (1852-1908) – Recebeu o prêmio Nobel de física em 1903, descobridor da radioatividade. Disse: Foram minhas pesquisas que me levaram a Deus. • Andrews Milikan (1868-1953) – Recebeu o prêmio Nobel de física, em 1923, pela descoberta da carga elétrica elementar. Suas palavras: A negação de Deus carece de toda base científica. • Albert Einstein (1879-1955) – Recebeu o prêmio Nobel de física em 1921, pela descoberta do efeito foto-elétrico. O grande cientista abandonou a fé judaica e a crença em Deus quando estudou profundamente a força presente na matéria. Mas quando suas descobertas sobre o átomo foram usadas pelos norte-americanos para construir a bomba atômica, sua decepção com a fragilidade e a incapacidade do ser humano de usar os conhecimentos científicos para o progresso do mundo foi tão grande que ele voltou a acredita em Deus. Ele morreu convicto de que existe, para as questões da existência humana, uma resposta maior e que vai muito além da ciência. Duas afirmações dele provam esta convicção: Quanto mais acredito na ciência, mais acredito em Deus. E ainda: O universo é inexplicável sem Deus. • Edward Mitchell, astronauta da Apolo 14, um dos primeiros homens a pisar na lua. Ele disse: O universo é a verdadeira revelação da divindade, uma prova de ordem universal da existência de uma inteligência acima de tudo o que podemos compreender. • Max Scheler (Filósofo alemão contemporâneo): Há uma lei essencial: todo espírito finito crê em um Deus ou em um ídolo. A descrença em Deus, ou melhor, a alucinação persistente, que leva a por um bem similar em lugar de Deus (como o Estado, a arte, uma mulher, o dinheiro, a ciência, etc) ou tratá-lo como se fosse um Deus, tem sempre uma causa especial na vida do homem. Se se descobre esta causa, se despoja o homem do véu que oculta a alma da idéia de Deus e ele mesmo, o ato religioso, que havia sido desviado, volta por si mesmo a seu objeto adequado, formando-se a idéia de Deus. Trabalho de Filosofia Nome:................................................................................................................................................. Data:......../......../............. Série: ...... Turma:.... Turno: ................................ Nº....... Leia o texto Depoimentos de Cientistas sobre a Existência de Deus e responda. 1.De acordo com o pensamento de Cícero, não há povo ..........................................................,................................................................,que não admita a ..................................................................................................................sobre sua natureza. 2.Plutarco disse: Poderá encontrar uma ..............................,sem................................................,sem..........................................,sem............................, sem o ......................................ou sem..............................................Mas um povo sem................................,................................,..................................sem..............................., tal nunca se viu. 3.O que Jung falou sobre seus pacientes? Segundo ele, onde estava a raiz de suas enfermidades? Quando é que se dava a cura dos pacientes? 4.Qual foi a resposta de Pavlov quando foi perguntado sobre sua crença no desenvolvimento e a fé num criador? O que ele acrescentou? 5.Com que voltaire compara Deus e o mundo? 6.Sobre Deus e o conhecimento Max Planck afirmou:....................................................................................... 7.O que Antoine Henri Becquerel disse sobre as pesquisas e Deus? 8.O que Andrews Milikan falou sobre a negação de Deus? 9.Escrever as duas frases(afirmações) de Albert Eistein sobre a existência de Deus. 10.Qual foi a afirmação de Edward Mitchell sobre Deus e o universo? 11.Para Max Sheler, todo espírito ...........................................................................................ou em um ídolo. 12.Qual é o depoimento dos cientistas que mais identifica com sua maneira de pensar sobre a existência de Deus? Justifique sua resposta.

SÉCULO XIX

O século XIX começou no dia 1 de janeiro de 1801 e terminou no dia 31 de dezembro de 1900. Foi um período histórico marcado pelo colapso dos impérios da Espanha, China, França, Sacro Império Romano-Germânico e Mogol. O século também testemunhou o crescimento da influência dos impérios Britânico, Russo, Alemão, Japonês, e dos Estados Unidos, estimulando conflitos militares, mas também avanços científicos e de exploração. Depois da derrota do Império Francês e seus aliados nas Guerras Napoleônicas, o Império Britânico adquiriu a supremacia mundial, passando a controlar um quarto da população e um quinto do território mundial. Aplicando a Pax Britannica, incentivou o comércio, e lutou contra a pirataria. O século XIX foi uma era de invenções e descobertas, com significante desenvolvimento nos campos da matemática, física, química, biologia, eletricidade e metalurgia, lançando as bases para os avanços tecnológicos do século XX. A Revolução Industrial começou na Inglaterra. A Era Vitoriana foi afamada pelo emprego de jovens crianças em fábricas e minas, além de valores morais rígidos. O Japão embarcou num programa de rápida modernização após a Restauração Meiji, antes de derrotar a China, sob a Dinastia Qing, na primeira Guerra Sino-Japonesa. Avanços medicinais, o conhecimento da anatomia humana e a prevenção de doenças que ocorreram no século XIX, foram responsáveis pela rápida aceleração do crescimento populacional no Hemisfério Ocidental. A população europeia dobrou durante o século XIX, de cerca de 200 milhões para mais de 400 milhões. A introdução de ferrovias, o primeiro grande avanço no transporte terrestre por séculos, melhorou o modo de vida das pessoas e favoreceu os grandes movimentos de urbanização nos países ao redor do globo. Várias cidades ultrapassaram populações de um milhão ou mais, durante esse século. Londres transformou-se na maior cidade do mundo e na capital do Império Britânico. A sua população expandiu de 1 milhão, em 1800, para 6,7 milhões até o final do século. Os territórios desconhecidos pelos europeus, incluindo as vastas extensões do interior da África e Ásia, foram descobertos durante esse século. No entanto, o mesmo não ocorreu com zonas extremas do Ártico e da Antártida. Em 1890, havia precisos e detalhados mapas do globo. O liberalismo tornou-se o movimento de reforma proeminente na Europa. A escravidão ou escravatura foi grandemente reduzida ao redor do mundo após o sucesso da Revolta Escrava no Haiti. A Inglaterra forçou bárbaros piratas a parar com as suas práticas de sequestro e escravismo, banindo a escravidão em todo seu domínio, além de cobrar que a sua marinha encerrasse com o comércio global de escravos. Os Estados Unidos, após a sua Guerra Civil, aboliram a escravidão em 1865. A escravidão brasileira foi abolida em 1888 (ver Abolicionismo). E a servidão foi abolida na Rússia. O século XIX também viu a rápida criação e desenvolvimento de muitos desportos, particularmente na Inglaterra e nos Estados Unidos. Assim como o futebol, rúgbi e o beisebol, muitos outros desportes foram desenvolvidos durante esse período, enquanto o Império Britânico facilitou a propagação rápida de desportos como o críquete para diferentes partes do mundo. Além de marcar a queda da ocupação otomana dos Balcãs que levou à criação da Sérvia, Bulgária, Montenegro e Romênia na sequência da Segunda Guerra Russo-Turca, seguiu-se a grande Guerra da Crimeia. Guerras, Revoltas e Revoluções Guerras Napoleónicas (1792-1815) *Invasões Napoleónicas a Portugal * Revolução de Maio (1810) • Início do processo de Independência da América Espanhola • Guerra de independência da Grécia (1821-1831) • Revoluções de 1830 • Guerra dos Farrapos (1835-45) • Guerra Grande (1838-1851) • Primeira Guerra do Ópio (1839-1842) • Guerra Mexicano-Americana (1847-1848) • Revolução húngara de 1848 • Revoluções de 1848 • Primeira Guerra de Independência Italiana (1848) • Guerra da Crimeia (1854-1856) • Segunda Guerra do Ópio (1856-60) • Segunda Guerra de Independência Italiana (1859-61) • Guerra dos Ducados do Elba (1864) • Guerra da Tríplice Aliança (1865) • Guerra Austro-prussiana (1866) • Terceira Guerra de Independência Italiana (1866) • Revolução de 1868 • Guerra franco-prussiana (1870) • Unificação da Alemanha (1871) • Comuna de Paris (1871) • Revolta do Quebra-Quilos (1874-1875) • Guerra do Pacífico (século XIX) (1879–1884) • Guerra Hispano-Americana (1898) • Revolução liberal do Porto ou Revolução Liberal Portuguesa (1820) • Dissolução do Xogunato Tokugawa • Guerra da Independência do Brasil(1822) • Guerra do Paraguai(1864-1875) • Guerra do Prata (1851-1852) • Revoltas Liberais de 1842 • Guerra Contra as Províncias Unidas • Guerra do Uruguai Ciência A Primeira Revolução industrial provoca profundas mudanças na economia e na tecnologia. O século se caracteriza por romper definitivamente com a fusão que a História havia tido com a literatura. Leopold von Ranke se compromete com a história crítica e cética. Se deixa influenciar pelas correntes filosóficas predominantes do momento, tais como o liberalismo e o nacionalismo chegando a cair inclusive no etnocentrismo, racismo e particularmente no eurocentrismo. As reflexões sobre a sociedade de Saint-Simon produziram as tendências que modificariam as tendências historiográficas: o positivismo e o materialismo histórico, também influenciado pela dialética hegeliana. Ambas entendem que o comportamento da história se encontra submetido a leis. A primeira concebe o desenvolvimento da história como processos ordenados, a segunda o concebe como resultado de estratos sociais. Além disso, os resultados apresentados por Charles Darwin representam uma importante ruptura com os paradigmas religiosos. Ao demonstrar a Origem das Espécies Darwin coloca o ser humano em pé de igualdade com toda a natureza, questionando as ideias da sua origem divina até então dominantes. Medicina O desenvolvimento da medicina se relaciona diretamente com a migração, superlotação das cidades e as precárias condições de vida da classe trabalhadora própria da Revolução Industrial. A sua consequência foi a proliferação das doenças infecciosas (sífilis, tuberculose) ou relacionadas com a má alimentação (pelagra, raquitismo, escorbuto). Esses problemas são cruciais para entender a origem da medicina social de Rudolf Virchow e o sistema de saúde pública de Edwin Chadwick que dariam lugar a atual medicina preventiva. A mesma Revolução Industrial, junto com numerosas guerras e revoluções, gerariam um desenvolvimento científico generalizado que contribuiria com a instauração de condições técnicas para o triunfo da assepsia, da anestesia e da cirurgia. As Revoluções liberais, promovendo cidadãos livre-pensadores, constroem uma nova medicina científica e empírica, desligada do místico e artesanal. Se culmina com a opressão dos velhos cânones éticos do absolutismo e o catolicismo instaurando novos cânones, novos calendários. O século XIX verá nascer a medicina experimental de Claude Bernard, a teoria de Omnia cellula a cellula de Rudolf Virchow, a teoria microbiana das doenças, a teoria da evolução das espécies de Charles Darwin, e a genética de Gregor Mendel. • Descoberta da infeção puerperal por Ignacio Felipe Semmelweis. • Identificação dos micro-organismos como causadores das doenças infecciosas, por Louis Pasteur e Robert Koch. Invenções • Locomotiva: Richard Trevithick, 1804. • Fotografia: Louis Jacques Daguerre, 1816. • Anestesia: William Morton, 1846. • Lâmpada incandescente: Heinrich Göbel, 1854. • Telefone: Antonio Meucci, 1854. • Dirigível: Solomon Andrews, 1863. • Termômetro Clínico: Thomas Clifford Allbutt, 1866, os termômetros anteriores demoravam uma ou mais horas para estabelecer a temperatura. • Fonógrafo: Thomas Alva Edison, 1878. • Fotófono: Alexander Graham Bell e Charles Sumner Tainter, 1880, permitia a transmissão do som por meio de uma emissão de luz. • Pilha elétrica: Alessandro Giusseppe Volta, 1881 • Sabonete: William Hesketh Lever, 1884. • Automóvel: Karl Benz, 1886. • Toca-discos: Emile Berliner, 1888. • Sensor de temperatura de resistência de platina. • Lente de Fresnel: Augustin Fresnel • Cinematógrafo: Irmãos Lumière, 1894, projetor cinematográfico. • Vitascópio: Thomas Alva Edison, 1896. • Máquina de estampar Teorias • Teoria dos números: Carl Friedrich Gauss, 1801 • Teoria da Evolução: Charles Darwin, 1859. • Teoria microbiana: John Snow, Louis Pasteur, Robert Koch e Joseph Lister. • Positivismo: Auguste Comte • Eletromagnetismo: James Maxwell, 1879 • Marxismo: Karl Marx, Friedrich Engels, 1848 • Teoria Psicanalítica: Sigmund Freud, 1896 • Teoria atômica: John Dalton Descobertas • Efeito Edison: Thomas Alva Edison, 1883, passou a eletricidade desde um fio a uma placa metálica dentro de um globo de lâmpada incandescente. • Efeito Peltier (Thomas Seebeck, 1821 e Jean Peltier, 1834), Força eletromotriz de Thomson (William Thomson, 1851), Lei de Joule (James Prescott Joule, década de 1860), propriedades termoelétricas. • Carbeto de cálcio: Friedrich Wöhler • Acetileno: Friedrich Wöhler • Vanádio: Andrés Manuel del Río, no México, em 1801, o chamou de Eritônio • Primeira enzima (lipase pancreática): Claude Bernard, 1848 • Hereditariedade: Mendel, 1865 • Síndrome de Rokitansky • Raios X: Wilhelm Conrad Röntgen, 1895 • Radioatividade: Henri Becquerel, 1896, • Elementos Químicos Rádio e Polônio: Marie Curie, 1898 ARTE • Neoclassicismo • Romantismo • Academicismo • Naturalismo • Realismo • Impressionismo • Simbolismo

terça-feira, 3 de julho de 2018

A FILOSOFIA DE SÓCRATES = O MÉTODO DIALÓGICO

Sócrates nasceu em Atenas, em 470 a.C. e morreu em 399 a.C. Era filho de um escultor e de uma obstetriz. Não fundou nenhuma escola, como muitos outros filósofos. Realizou seus ensinamentos em locais públicos (nos ginásios, nas praças públicas, etc,). Exerceu um imenso fascínio sobre os jovens e sobre os homens de todas as idades, o que lhe custou inúmeras aversões e inimizades. Sócrates é considerado o maior filósofo de todos os tempos e o divisor da filosofia. São celebres suas frases: “Sei que nada sei” e “Conheça a ti mesmo”. Sócrates disse assim, por considerar que muitas pessoas diziam saber de tudo e percebeu que muitas pessoas não se conheciam. Sócrates não escreveu nada, considerando que sua mensagem fosse transmitida pela palavra viva, através do diálogo e da “oralidade dialética”. A Descoberta da Essência do Homem Os naturalistas procuraram responder as questões sobre a natureza. Sócrates, por sua vez concentrou definitivamente seu interesse sobre o homem. Ele procurou responder qual é a realidade última do homem, realizando com isso uma revolução no pensamento de sua época, principalmente no tradicional quadro de valores. Sócrates e o Conceito de Liberdade Para Sócrates, o verdadeiro homem livre é aquele que sabe dominar os seus instintos e o homem escravo é aquele que, não sabendo dominar seus instintos, torna-se vítima deles. Sócrates e o Conceito de Felicidade Sócrates dizia que a felicidade não pode vir das coisas exteriores do corpo, mas somente da alma, porque esta é a sua essência. Para ele, quem é virtuoso é feliz, ao passo que o malvado e o injusto é infeliz. Ele afirma que o homem pode ser feliz em qualquer que sejam as circunstâncias em que lhe cabe viver e qualquer que seja a situação no além. O homem é o verdadeiro artífice de sua própria felicidade ou infelicidade. TRABALHO DE FILOSOFIA Nome: ..................................................................................................................... Data: ....../....../.......... Série: .......... Turma: ...... Turno: ..................... Nº: ...... 1- Caracterizar o nascimento do filósofo Sócrates. 2- Onde Sócrates realizou seus ensinamentos? 3- O que significa dizer que Sócrates exerceu um imenso fascínio sobre as pessoas de todas as idades? 4- Citar as duas frases célebres de Sócrates, comentando sobre seus significados. 5- Defina os termos: palavra viva, diálogo e oralidade dialética. 6- Comente sobre o quadro de valores apresentado por Sócrates e dê sua opinião. 7- Comente sobre as virtudes de que fala Sócrates. 8- Sócrates afirma que ninguém erra por sua própria vontade. Quem faz o mal, faz por ignorância do bem. Dê sua opinião. 9- Qual é o verdadeiro homem livre e o homem escravo para Sócrates. 10- Comente sobre o conceito de felicidade apresentado por Sócrates. 11- Na sua opinião, a liberdade e a felicidade existem. Dê sua opinião. 12- Para Sócrates, o homem pode ser feliz qualquer que sejam as circunstâncias em que lhe cabe viver e qualquer que seja a situação no além. O homem é o verdadeiro artífice de sua própria felicidade ou infelicidade. Comente e dê sua opinião.

A FILOSOFIA DE PLATÃO

A FILOSOFIA DE PLATÃO Platão nasceu em Atenas, em 428 a.C. seu nome verdadeiro era Aristocles. Platão é um apelido que derivou de seu vigor físico, da extensão de sua testa larga. Em grego, platos significa amplitude, largueza ou extensão. Discípulo de Crátilo, posteriormente foi discípulo de Sócrates. Freqüentou a escola de Sócrates para melhor se preparar para a vida através da filosofia. Entretanto, os acontecimentos orientaram sua vida em outra direção. Desde cedo ele viu na vida política o seu próprio ideal: nascimento, inteligência, aptidões pessoais, tudo o levava para essa direção. Com a morte de Sócrates, seu desgosto com a política alcançou o máximo de sua expressão e ele se convenceu de que melhor seria se afastar da vida política. Depois de inúmeras viagens, em 360 a.C. Platão retornou a Atenas e fundou sua academia. Sua autobiografia revela sua proximidade com os pitagóricos, tanto que em sua academia lia-se uma inscrição que dizia: “aqui não entra quem não souber matemática”. Sua filosofia se caracteriza na descoberta do supra-sensível. Para Platão só podemos chegar ao conhecimento das coisas através de recordações de coisas que já aconteceram. Nosso conhecimento é apenas uma recordação porque nossa alma já habitou o mundo das idéias, no qual contemplou as coisas em si. As coisas foram esquecidas e vão sendo relembradas gradualmente na medida que vão tendo contato com as coisas materiais. Para Platão o conhecimento acontece através de 4 graus. Dois estão no mundo sensível e dois estão no mundo inteligível: 1- Eikasia – apreensão de imagens. 2- Pistis – percepção das coisas sensíveis. 3- Dianóia – conhecimento das entidades matemáticas. 4- Noésis – conhecimento da idéia pura. Existe um ponto fundamental de cuja formulação dependem por inteiro a nova disposição de todos os problemas e o novo clima da filosofia. Platão empreendeu aquilo que ele mesmo denominou de a “segunda navegação”. Na antiga linguagem dos homens do mar, segunda navegação se dizia daquela que se realizava quando, cessando o vento e não funcionando mais as velas, se recorria aos remos. Na linguagem platônica, a primeira navegação simbolizava o percurso da filosofia realizado sob o impulso do vento da filosofia naturalista. Platão foi o fundador da metafísica ocidental. Com ele a filosofia atingiu uma de suas expressões mais elevadas, a ponto de Montaigne afirmar: “Queiram agitar e sacudir Platão, cada qual, orgulhando de se apossar dele, coloca-o do lado que quiser”. TRABALHO Nome: ......................................................................................................................................................... Data: ......../....../............. Série: .... Turma: ..... Nº : ...... 1- Caracterizar o nascimento do filósofo Platão. 2- Qual erao nome verdadeiro de Platão? 3- De onde derivou o apelido Platão? 4- Em grego, platos significa o quê? 5- Inicialmente Platão foi discípulo de quem? 6- Posteriormente foi discípulo de quem? 7- Com que objetivo Platão freqüentou a Escola de Sócrates? 8- Complete: Entretanto, os............................................ orientaram sua ..................... em outra ............................................. 9- Continue Completando: Desde ............ ele .................na vida ......................... o seu próprio ideal. 10- Quais as qualidades que Platão apresentava para a vida política? 11- Que acontecimento desgostou Platão da vida política? 12- Quantos anos tinha Platão quando realizou suas inúmeras viagens, retornou a Atenas e fundou sua academia? 13- A autobiografia de Platão revela sua proximidade com quem? 14- Qual foi a inscrição colocada na porta de sua academia? 15- O que significa dizer que a filosofia de Platão se caracteriza na descoberta do supra-sensível? 16- Para Platão o conhecimento acontece através de quantos graus. Como estão distribuídos? 17- Dê o significado das palavras gregas: Eikasia, Pistis, Dianóia e Noésis. 18- Na antiga linguagem dos homens do mar, o que significava segunda navegação? 19- Na linguagem platônica, o que simbolizava a primeira navegação? 20- O que o filósofo Montaigne afirmou sobre Platão?

SOFISTAS

Conforme nos reporta Platão, a profissão de sofista foi criada por Protágoras, discípulo de Demócrito. Sofistas foram um tipo especifico de professor na Grécia antiga e no império romano, que deveriam ensinar a arete, termo grego que traduz o conceito de "excelência" ou "virtude", aplicado a áreas como música, política, matemática e atleticismo. Entre os principais sofistas conhecidos estão Protágoras, Górgias, Pródico, Hípias, Trasímaco, Antifonte e Crátilo. O termo "sofista" tem sua origem no idioma grego, a partir da palavra "sophistēs", derivada de "sophia" e "sophos", significando "sabedoria" e "sábio" respectivamente. O termo Sophistēs foi originalmente utilizado por Homero, para descrever alguém habilidoso em uma determinada atividade. Com o tempo a palavra passou a designar a sabedoria nos assuntos tipicamente humanos, em oposição aos assuntos da natureza, até chegar a designar um tipo especifico de profissional, o sofista. Embora os sofistas não sejam considerados filósofos pela tradição, sua importância se dá na medida em que estão entre os primeiros a desafiar a ideia de que a sabedoria seria recebida dos deuses, baseando-se na hipótese de que, assim como nas atividades físicas, a prática da virtude, por meio da retórica e da oratória, poderia melhorar os estudantes, tornando-os mais sábios e virtuosos. O foco de seus ensinamentos era prático, direcionado a estratégias de argumentação e oratória, para que os estudantes atingissem o ápice da excelência em suas atividades, independente de quais fossem estas atividades. Como os sofistas são conhecidos por meio das criticas de seus oponentes, alguns elementos de suas posições são difíceis de se confirmar. Uma das principais criticas aos sofistas era a de que sua posição baseava-se apenas em verossimilhança, quando um argumento parece verdadeiro, mesmo que não o seja. O objetivo dos sofistas seria, pela visão de filósofos como Aristóteles, apenas o de vencer o debate, sem preocupar-se com a busca pela verdade. Por esta razão, a expressão "sofisma" existe hoje para identificar uma argumentação rebuscada, porém sem fundamentação sólida. Como foi o primeiro sofista, a posição relativista atribuída a Protágoras é normalmente identificada como a posição geral que iniciou o movimento, que se tornaria a profissão de sofista. Protágoras é lembrado pela controvérsia acerca de sua afirmação "o homem é a medida de todas as coisas", aparentemente manifestando uma forma de relativismo, o que era repudiado por filósofos como Platão e Aristóteles, seus maiores críticos. Como aconteceu com a maioria dos filósofos pré-socráticos, as citações de Protágoras sobreviveram sem o contexto no qual foram apresentadas, o que mantém abertas as possibilidades de interpretações diferentes. Uma destas interpretações possíveis para a afirmação de Protágoras é a de que o uso da palavra "chremata", significando "coisas usadas", ao invés da palavra mais geral "onta", que significaria "entidades", para se referir ao que é traduzido como "coisas", indica que Protágoras não falava da realidade objetiva do mundo como um todo, mas daquelas coisas especificas dos seres humanos. Desta forma entende-se que os sofistas não davam atenção a busca pela compreensão da natureza, do universo e da origem dos objetos do mundo, pois concentravam seus esforços na demonstração de que seriam capazes de tornar os estudantes melhores nas atividades humanas que poderiam auxiliá-los a prosperar na sociedade grega. Era comum que sofistas viajassem em grupos pelas cidades gregas e romanas, para assim poderem realizar elaborados discursos e acalorados debates públicos, demonstrando suas habilidades na expectativa de atrair estudantes para suas escolas. Em particular, nobres, homens de estado e jovens que pudessem pagar pelos estudos. Os sofistas foram muito criticados por Platão e Aristóteles por só ensinarem aos que podiam pagar pela educação. Referências bibliográficas: ALBERGARIA, Bruno. Histórias do Direito: Evolução das Leis, Fatos e Pensamentos. Atlas, 2011. Aristóteles. Metafísica. Porto Alegre: Globo, 1969. KERFERD, G. B., O movimento sofista, trad. Margarida Oliva, Edições Loyola, São Paulo, 2003. PLATÃO, Protágoras, trad. Carlos Alberto Nunes, Ed. UFPA, 2002. SMITH, William. "Philola'us". Dictionary of Greek and Roman Biography and Mythology. ed. (1870). TRABALHO DE FILOSOFIA SOBRE O TEXTO: SOFISTAS Nome: ................................................................................................................................................................. Data: ....../......../.............. Série: ... Turma: ............ Turno: .............................. Nº .... 1- De acordo com o texto, a profissão de sofista foi criado por quem? 2- Quem foram os sofistas? 3- Citar o nome de 4 dos principais sofistas. 4- Originalmente, o termo sofista foi utilizado por quem? No inicio, qual é o sentido que o termo sofista adquiriu? 5- Com o tempo a palavra passou a designar a ........................................................................................, em oposição aos assuntos da ..............................................., até chegar a designar um ...................................................................................................., o sofista. 6- Embora os sofistas não sejam considerados filósofos pela tradição, como se deu sua importância? 7- Qual era o foco do ensinamento dos sofistas? 8- Qual era o objetivo dos sofistas, de acordo com o pensamento de filósofos como Aristóteles? 9- Citar a frase de Protágoras, bastante repudiada por alguns dos filósofos oponentes e dê a sua opinião sobre a frase. 10- De acordo com o texto de Willyans Maciel Mestre em Filosofia, qual é o sentido da expressão sofista, nos dias de hoje?

terça-feira, 19 de junho de 2018

A FELICIDADE E AS ESCOLHAS

A FELICIDADE E AS ESCOLHAS As diferentes posições sobre a felicidade e como ser feliz em meio às escolhas? Em nosso cotidiano, ouvimos falar constantemente sobre o tema da felicidade. Muitas pessoas afirmam que desejam ser felizes, que querem alcançar a felicidade, ou que estão infelizes. Isso nos leva a refletir sobre as seguintes questões: a felicidade é um conceito objetivo ou subjetivo? Existe "a" felicidade ou cada um tem seu conceito sobre o que é ser feliz? Frente a estas dúvidas, a tendência é tentar negar a existência da felicidade. Perigosa tentação, pois às vezes é mais fácil negar a felicidade do que aceitar que ela existe e reconhecer que não a possuímos... Estamos frente a uma situação limite... pouco discutida e que quase não é refletida em nosso cotidiano corrido... Você já parou para pensar sobre o que é a felicidade? Você já se perguntou um dia por que todo mundo a deseja ou acredita na sua existência? Desde a Grécia Antiga os filósofos já se ocupavam sobre a questão da felicidade. Em especial, um grande filósofo chamado Aristóteles já postulava importantes considerações sobre esse tema. Segundo ele, todas as coisas que existem tendem para um fim. O homem, por sua vez, também existe para uma finalidade: “ser feliz”. Nesse sentido, Aristóteles constata que existe um grande consenso entre os homens: “todos querem ser felizes”; mas também há um grande descenso entre eles: “O que é a Felicidade?”. Como o próprio autor afirma em sua obra Ética a Nicômaco: “Todos estão de acordo e dizem ser o fim do homem a felicidade e identificam o bem viver e o bem agir com o ser feliz. Diferem, porém, quanto ao que seja a felicidade, o homem limitado não a concebe da mesma forma que o sábio”. Sendo assim, nem todos os homens compreendem a felicidade de maneira semelhante. Para resolver esse dilema, Aristóteles afirma que o homem verdadeiramente feliz é aquele que age segundo sua própria natureza, isto é, que age racionalmente e visa ser virtuoso, visto que para esse filósofo grego, a essência do homem é sua razão, pois todos tendem ao saber. Mas qual é de fato a nossa natureza? Muitos dizem que somos seres essencialmente bons, outros dizem que somos naturalmente maus e egoístas. Mas podemos acreditar também que somos seres inacabados... incompletos... que ao invés de nascerem com uma essência pré-estabelecida, buscam construir esta suposta essência na própria existência, na vida real, no cotidiano. Assim sendo, podemos ser tanto anjos como demônios. Nossa natureza depende de nossas escolhas, e devido a isso, nossa felicidade também dependerá delas. É o que afirma o filósofo francês Jean-Paul Sartre em sua obra “O Existencialismo é um Humanismo”: “Se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é. Assim, o primeiro esforço é o de pôr todo homem no domínio que ele é, de lhe atribuir a total responsabilidade da sua existência. E, quando dizemos que o homem é responsável por si próprio, não queremos dizer que o homem é responsável pela sua restrita individualidade, mas que é responsável por todos os homens”. Dessa maneira, eliminando uma natureza pré-definida que nos dirá o que é ser feliz, podemos analisar uma outra perspectiva sobre o tema, afirmando que a felicidade se encontra na forma como fazemos nossas escolhas, ou seja, encarando a vida da maneira como ela realmente se apresenta, vivendo-a intensamente com responsabilidade. Ora, encarar a vida tal como ela se apresenta não é tarefa fácil. Somos seres jogados na existência e estamos condenados a fazer escolhas. Cada possibilidade de existência assumida significa a renúncia de outro modo de vida. Dessa maneira, podemos acertar ou errar, ganhar ou perder. Tudo depende de nossas escolhas. A angústia é a disposição emocional que nos acompanha neste drama da existência. Como então ser feliz em uma realidade tão dura como essa? A felicidade não é uma disposição emocional. Ser feliz não é estar sempre alegre. O sofrimento e a angústia também fazem parte da vida e da própria felicidade. Se tudo na vida fosse só alegria, as pessoas não dariam real valor a felicidade... Às vezes, é preciso chorar para sabermos o quanto é bom sorrir... é preciso sentir saudades para saber o quanto gostamos de alguém... Às vezes, quando temos tudo, nada parece ter valor. A vida é constante movimento, ela é um antes, um durante e um depois. Por isso, devemos viver o momento, sem deixar de olhar para nosso passado e nos projetar para o futuro. Os momentos difíceis são parte integrante da vida e deles não podemos escapar. No entanto, estes momentos são necessários para que possamos valorizar os acontecimentos felizes e encontrarmos a felicidade. É partindo desse ponto de vista, que o filósofo Karl Jaspers ressalta: "Os problemas e conflitos podem ser a fonte de uma derrota, uma limitação para a nossa potencialidade, mas também podem dar lugar a uma maior compreensão da vida e o nascimento de uma unidade que se fortalece com o tempo." Frente a estes pontos de vista, esse artigo chega a conclusão de que a felicidade não deve ser entendida como um objetivo ditado por uma essência pré-definida existente no homem, ou como um sentimento. A felicidade pode ser entendida como a própria vida sendo vivida de maneira intensa e responsável nas próprias escolhas do dia-a-dia, seja nas alegrias ou nos sofrimentos, buscando sempre tirar um aprendizado para aquilo que ocorre conosco. Como afirma Erich Fromm: “buscar a felicidade é como caçar borboletas: quanto mais você tenta, mais ela foge. No entanto, se você deixar a borboleta voar e se preocupar com outras coisas, ela pode até pousar em seus ombros”. Responda 1 - Quais são os principais problemas filosóficos levantados logo ao início do texto a respeito do tema da felicidade? 2 - Desde que período os filósofos tratam do tema da felicidade e o qual o principal filósofo a abordar este tema? 3 - O que Aristóteles afirmava em relação à finalidade última do homem? 4 - Qual a principal divergência entre os homens quando o assunto é a busca pela felicidade? 5 - O que Aristóteles afirmava em relação ao homem verdadeiramente feliz? 6 - Para Aristóteles qual a essência do homem? 7 - O que o texto afirma em relação à natureza humana? 8 - O que o filósofo Sartre afirma sobre a responsabilidade? 9 - Procure explicar o que é felicidade e como a felicidade pode se relacionar com as angústias, as escolhas e problemas encontrados no percurso da existência. 10 – Porque se diz que existe uma relação histórica entre felicidade e Filosofia? 11 – O que é felicidade para você? Em que situações concretas de sua vida você experimentou esse estado de felicidade? 12 – De acordo com o seu livro: “FUNDAMENTOS DE FILOSOFIA”. Cite 04 fontes da felicidade. 13 – Explique como: a) usar o poder da vontade; b) controlar pensamentos e paixões; c )compreender o amor ao destino; d) eliminar ou moderar os desejos. 14 – Você acha que uma pessoa pode ser plenamente feliz quando busca apenas sua felicidade individual? 15 – Você é feliz? Porque?

A FILOSOFIA DE ARISTÓTELES X THOMAS HOBBES

A FILOSOFIA DE ARISTÓTELES Aristóteles nasceu em Estagira, na Grécia, em 384 a.C. Seu pai, chamado Nicômaco, era um corajoso médico, tendo servido ao Rei Amintas, da Macedônia. Sua vida pode ser dividida em 3 fases: a primeira compreende o período em que foi discípulo de Platão; a segunda, período em que foi preceptor de soberanos; a terceira, período em que fundou e dirigiu sua escola Peripatética. Aristóteles dizia que o homem é um ser eminentemente social. É também um “animal” racional. É um “animal” político, constituído de tal modo que, por sua própria natureza, foi criado para viver com os outros em sociedade politicamente estruturada. Aristóteles identificava a condição de “animal político” do homem com o estado próprio de outros animais, como as abelhas e as formigas, que desejando e evitando as mesmas coisas e voltando suas ações para fins comuns, se agregam espontaneamente. Aristóteles formulou também os princípios de Ato e Potência. Ato é aquilo que já está sendo. Potência é a possibilidade de vir a ser. Em Deus não existe potência. Ele é Ato Puro. As obras de Aristóteles influenciaram os estudiosos de todos os tempos. Suas idéias são apreciadas até hoje, sobretudo a metafísica e a lógica. Morreu em 322 a.C. em Atenas. THOMAS HOBBES E A TEORIZAÇÃO DO ESTADO ABSOLUTO Thomas Hobbes nasceu em Malmesbury, Inglaterra, em 1588. A mãe deu-o à luz prematuramente, devido ao terror que lhe causou a notícia da chegada da “armada invencível”, de modo que, em sua autobiografia ele afirmava que sua mãe, junto com ele havia dado a luz ao seu irmão gêmeo, o medo. Thomas Hobbes tinha aversão por Aristóteles e não gostava da posição defendida por ele sobre o homem e sua comparação feita com os animais. Para ele, cada homem é diferente dos outros homens. Cada homem é um átomo de egoísmo. O homem não é de modo algum ligado aos outros homens por um consenso espontâneo como o dos animais. Existem entre os homens motivos de contendas, invejas, ódios e sedições, que não existe entre os outros animais. Os animais não percebem defeitos em sua sociedade, ao passo que o homem os percebe, querendo introduzir contínuas novidades, que constituem causas de guerras e discórdias. Os animais não têm a palavra, que nos homens é frequentemente uma trombeta de guerra e sedição. A condição em que os homens se encontram naturalmente é uma condição de guerra de todos contra todos. Cada qual tende a se apropriar de tudo aquilo que necessita para a sua própria sobrevivência e conservação. Para Hobbes, “homo homini lupus”: “o homem é o lobo do homem”. Morreu em dezembro de 1679, com 91 anos de idade. TRABALHO Nome: ................................................................................................................................................................. Data:............⁄.............⁄.................. Série: .......... Turma: ......... N°.............. 1- Faça um paralelo entre o pensamento de Aristóteles e de Thomas Hobbes, mostrando: a) Pontos semelhantes entre os dois pensadores b) Pontos diferentes entre o pensamento dos dois pensadores c) Que ponto da filosofia de Aristóteles chamou mais a sua atenção? d) Que ponto da filosofia de Thomas Hobbes chamou mais a sua atenção? e) Qual dos dois pensamentos é mais correto para aplicar em nosso meio no dia a dia, o de Aristóteles ou o de Thomas Hobbes? f) Na sociedade em que vivemos, o que está acontecendo mais na prática do dia a dia, o pensamento de Aristóteles ou de Thomas Hobbes? Porque? g) Cite alguns acontecimentos que justifica o pensamento de Aristóteles nos dias de hoje. h) Cite alguns acontecimentos que justifica o pensamento de Thomas Hobbes nos dia de hoje. 2- Faça um comentário sobre o texto expressando seu ponto de vista sobre: a) O homem como um “ser social”. b) O homem como “lobo do homem”.